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Lição 05

Sábado, 03 de fevereiro de 2001

Cristo no Santuário Celestial

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"...Temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da Majestade, Ministro do Santuário e do verdadeiro Tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem." Hebreus 8:1 e 2.

"Os lugares santos do santuário celeste são representados pelos dois compartimentos do santuário terrestre." —O Grande Conflito, pág. 414.

Domingo, 28 de janeiro

Cópia do celestial

1. Quando Moisés passou quarenta dias com o Senhor no Monte Sinai, que instruções específicas recebeu? Êxodo 25:8, 9 e 40.

E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles. Segundo tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis. (Êxodo 25:8-9 RA)

Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte. (Êxodo 25:40 RA)

"O santuário do Céu, no qual Jesus ministra em nosso favor, é o grande original de que o santuário construído por Moisés foi cópia. Deus pôs Seu Espírito sobre os construtores do santuário terrestre." —The Great Controversy (O Grande Conflito), pág. 414.

2. Com que recursos foi construído o tabernáculo terrestre? Êxodo 25:1-7. Como era dividido?

Disse o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel que me tragam oferta; de todo homem cujo coração o mover para isso, dele recebereis a minha oferta. Esta é a oferta que dele recebereis: ouro, e prata, e bronze, e estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pêlos de cabra, e peles de carneiro tintas de vermelho, e peles finas, e madeira de acácia, azeite para a luz, especiarias para o óleo de unção e para o incenso aromático, pedras de ônix e pedras de engaste, para a estola sacerdotal e para o peitoral. (Êxodo 25:1-7 RA)

"Para a construção do santuário, foram necessários grandes e intensos preparativos. Vasta quantidade do mais caro e precioso material fora requerida. Porém, o Senhor só aceitou ofertas voluntárias." —Prophets and Kings (Profetas e Reis), pág. 61.

"...O tabernáculo, propriamente, consistia em dois compartimentos, chamados o lugar santo e o lugar santíssimo, separados por rica e bela cortina, ou véu." —The Great Controversy (O Grande Conflito), pág. 412.

Segunda-feira'29 de janeiro

O ministério no lugar santo

3. Que provisão foi feita para os que transgrediam involuntariamente a Lei de Deus? Levíticos 4:27-31; Atos 17:30.

Se qualquer pessoa do povo da terra pecar por ignorância, por fazer alguma das coisas que o SENHOR ordenou se não fizessem, e se tornar culpada; ou se o pecado em que ela caiu lhe for notificado, trará por sua oferta uma cabra sem defeito, pelo pecado que cometeu. E porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado e a imolará no lugar do holocausto. Então, o sacerdote, com o dedo, tomará do sangue da oferta e o porá sobre os chifres do altar do holocausto; e todo o restante do sangue derramará à base do altar. Tirará toda a gordura, como se tira a gordura do sacrifício pacífico; o sacerdote a queimará sobre o altar como aroma agradável ao SENHOR; e o sacerdote fará expiação pela pessoa, e lhe será perdoado. (Levítico 4:27-31 RA)

Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; (Atos 17:30 RA)

"O mais importante do ministério diário era realizado em favor do invidíduo. O pecador arrepedido trazia a oferta à porta do tabernáculo. Com a mão na cabeça da vítima, confessava seus pecados, simbolizando transferi-los para o sacrifício inocente. Com a própria mão, sacrificava o animal. O sangue era levado pelo sacerdote ao lugar santo e ali era aspergido diante do véu. Atrás deste, ficava a arca dentro da qual estava a Lei que o pecador havia transgredido. Por meio desta cerimônia, em símbolo, o pecado era transferido para o Santuário." —The Faith I Live By (A Fé pela Qual Eu Vivo), pág. 198.

"Esta era a obra que, dia após dia, durava o ano inteiro. Os pecados de Israel eram assim transferidos para o Santuário. Tornava-se necessária obra especial para a sua remoção." —The Great Controversy (O Grande Conflito), pág. 418.

4. Que era dever diário do sacerdote comum no primeiro compartimento do Santuário terrestre? Hebreus 9:6, 9 e 10.

Ora, depois de tudo isto assim preparado, continuamente entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os serviços sagrados; (Hebreus 9:6 RA)

É isto uma parábola para a época presente; e, segundo esta, se oferecem tanto dons como sacrifícios, embora estes, no tocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto, os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma. (Hebreus 9:9-10 RA)

"O ritual diário consistia no holocausto da manhã e da tarde, oferta de incenso suave no altar de ouro, e ofertas especiais pelos pecados individuais...

"Cada manhã e cada tarde, um cordeiro de um ano era queimado sobre o altar, com a respectiva oferta de manjares. Simbolizava a consagração diária da nação a Jeová, e sua constante dependência do sangue expiatório de Cristo. Deus ordenara expressamente que toda oferta apresentada para o ritual do Santuário fosse ‘sem mácula’. Êxodo 12:5. Os sacerdotes deviam examinar todos os animais levados para sacrifício. Era seu dever rejeitar todo aquele em que fosse encontrado algum defeito. Apenas uma oferta ‘sem mácula’ poderia ser símbolo da perfeita pureza dAquele que Se ofereceria como ‘Cordeiro imaculado e incontaminado. 1 Pedro 1:19." —Patriarchs and Prophets (Patriarcas e Profetas), pág. 352.

Terça-feira, 30 de janeiro

A obra do sumo sacerdote

5. Como devia ser o traje do sumo sacerdote? Êxodo 29:4-7. Qual era a diferença entre as vestes dos sacerdotes comuns e as do sumo sacerdote?

Então, farás que Arão e seus filhos se cheguem à porta da tenda da congregação e os lavarás com água; depois, tomarás as vestes, e vestirás Arão da túnica, da sobrepeliz, da estola sacerdotal e do peitoral, e o cingirás com o cinto de obra esmerada da estola sacerdotal; pôr-lhe-ás a mitra na cabeça e sobre a mitra, a coroa sagrada. Então, tomarás o óleo da unção e lho derramarás sobre a cabeça; assim o ungirás. (Êxodo 29:4-7 RA)

"De acordo com as suas funções, foi indicada ao sacerdote uma veste especial. ‘Farás vestidos santos a Arão teu irmão, para glória e ornamento’ Êxodo 28:2 — foi a instrução divina a Moisés. A veste do sacerdote comum era de linho alvo, tecida em uma só peça. Estendia-se até quase os pés. Era presa à cintura por um cinto branco de linho, bordado de azul, púrpura e vermelho. Um turbante de linho, ou mitra, completava o traje exterior...

"Em conformidade com a sua elevada posição, as vestes do sumo sacerdote eram de material dispendioso e de confecção aprimorada. Em acréscimo ao traje de linho do sacerdote comum, usava uma vestimenta azul, também tecida em peça única. As bordas da túnica eram ornamentadas com campainhas de ouro, e romãs de cor azul, púrpura e escarlate. Por sobre isso, estava o éfode, traje mais curto, de ouro, azul, púrpura, escarlate e branco. Era presa por um cinto dessas mesmas cores, trabalho esmerado. O éfode não tinha mangas. Em suas ombreiras bordadas de ouro achavam-se engastadas duas pedras de ônix, que traziam os nomes das doze tribos de Israel." —Patriarchs and Prophets (Patriarcas e Profetas), págs. 350 e 351.

6. Que evento ocorria em Israel no décimo dia do sétimo mês? Levíticos 23:27-32. Que cerimônia solene era realizada pelo sumo sacerdote? Hebreus 9:3 e 7.

Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada ao SENHOR. Nesse mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o SENHOR, vosso Deus. Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo. Quem, nesse dia, fizer alguma obra, a esse eu destruirei do meio do seu povo. Nenhuma obra fareis; é estatuto perpétuo pelas vossas gerações, em todas as vossas moradas. Sábado de descanso solene vos será; então, afligireis a vossa alma; aos nove do mês, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado. (Levítico 23:27-32 RA)

por trás do segundo véu, se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos, (Hebreus 9:3 RA)

mas, no segundo, o sumo sacerdote, ele sozinho, uma vez por ano, não sem sangue, que oferece por si e pelos pecados de ignorância do povo, (Hebreus 9:7 RA)

"Uma vez por ano, no grande dia da expiação, o sacerdote entrava no lugar santíssimo para oficiar a purificação do santuário. A obra ali efetuada completava o ciclo anual do ministério." —The Great Controversy, pág. 419.

"Olhos mortais nenhuns podiam contemplar o compartimento interno do Santuário, a não ser os do sumo sacerdote. Apenas uma vez cada ano o sacerdote podia entrar ali, depois da mais cuidadosa e solene preparação. Com tremor entrava perante Deus. O povo, com reverente silêncio, após elevar o espírito em oração fervorosa pela bênção divina, aguardava a volta dele." —Patriarchs and Prophets (Patriarcas e Profetas), pág. 352.

Quarta-feira, 31 de janeiro

A primeira visão do Revelador

7. Como Cristo é descrito na primeira visão de João? Como se sentiu após ter visto seu Senhor? Que palavras de encorajamento lhe foram dadas? Apocalipse 1:14-19.

A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno. Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas. (Apocalipse 1:14-19 RA)

"João, que assim tanto amou seu Senhor e resolutamente apegou-se à verdade em face de prisão, açoites e ameaças de morte, não pôde suportar a excelente glória da presença de Cristo. Caiu como ferido de morte. Jesus, então, pôs a mão sobre o corpo prostrado de Seu servo, e disse: ‘Não temas: Eu sou... o que vive. Fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre (Apocalipse 1:17 e 18).’ João foi fortalecido para viver na presença de seu Senhor glorificado. Então, foram apresentados perante ele, em santa visão, os propósitos de Deus para os séculos futuros. As gloriosas atrações do lar celestial foram-lhe reveladas. Foi-lhe permitido olhar para o trono de Deus." —The Sanctified Life, pág. 78.

10. A respeito do ministério de Cristo, na primeira visão, que revelam a mobília e as Suas vestes? Apocalipse1:10, 12 e 13. Descreva a cena que também foi revelada à irmã White.

Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, (Apocalipse 1:10 RA)

Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. (Apocalipse 1:12-13 RA)

"Foi-me então dada a ordem de que observasse os dois compartimentos do Santuário celestial. A cortina, ou porta, foi aberta, e foi-me permitido entrar. No primeiro compartimento, vi o castiçal com sete lâmpadas, a mesa dos pães da proposição, o altar de incenso, e o incensário." —Early Writings (Primeiros Escritos), págs. 251 e 252.

"O ministério do sacerdote, durante o ano todo, no primeiro compartimento do santuário, ‘para dentro do véu’ que formava a porta e separava o lugar santo do pátio externo, representa o ministério em que Cristo entrou quando ascendeu ao Céu. Era a obra do sacerdote no ministério diário, a fim de apresentar perante Deus o sangue da oferta pelo pecado, bem como o incenso que ascendia com as orações de Israel. Era assim que Cristo pleiteava com Seu sangue, perante o Pai, em favor dos pecadores, apresentando também, com o precioso aroma de Sua justiça, as orações dos crentes arrependidos. Esta era a obra ministerial no primeiro compartimento do Santuário celeste." —The Great Controversy (O Grande Conflito), págs. 420 e 421.

Quinta-feira, 1° de fevereiro

Duas fases da obra expiatória

9. Desde Sua ascensão, que obra Jesus realizou no Santuário celeste? Hebreus 8:3-6.

Pois todo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte. Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas. (Hebreus 8:3-6 RA)

"Durante dezoito séculos este ministério continuou no primeiro compartimento do Santuário. O sangue de Cristo, oferecido em favor dos crentes arrependidos, assegurava-lhes perdão e aceitação perante o Pai. Contudo, seus pecados ainda permaneciam nos livros de registro." —The Great Controversy (O Grande Conflito), pág. 421.

10. Em que obra Jesus passou a empenhar-Se em 1844? Daniel 8:14; Hebreus 9:11-15. Por que devemos estar atentos quanto a essa mediação final?

Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. (Daniel 8:14 RA)

Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo! Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados. (Hebreus 9:11-15 RA)

"Como no serviço típico ocorria a expiação no fim do ano, semelhantemente, antes que se complete a obra de Cristo para redenção do homem, ocorre, também, a expiação para remover do Santuário o pecado. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias...

"Como antigamente os pecados do povo eram postos, pela fé, sobre a oferta pelo pecado e, mediante o sangue desta, transferidos simbolicamente para o Santuário terrestre, assim em o novo concerto, os pecados dos que se arrependem são, pela fé, postos sobre Cristo, transferidos, em realidade, para o Santuário celeste. Como a purificação típica do santuário terrestre se efetuava mediante a remoção dos pecados pelos quais se poluíra, assim também, a purificação real do Santuário celeste deve ser efetuada pela remoção, ou apagamento, dos pecados que ali estão registrados." —The Great Controversy (O Grande Conflito), pág. 421 e 422.

Sexta-feira, 2 de fevereiro

Recapitulação e reflexão

1. Que ofertas são aceitáveis a Deus?

2. Qual era o serviço diário realizado no Santuário?

3. Por que era tão solene o ofício anual do sumo sacerdote?

4. Que aprendemos a respeito de Cristo na primeira visão de João?

5. Que obra teve início no Santuário em 1844?

Estudo adicional:

O Grande Conflito, págs. 409-422.

Primeiros Escritos, págs. 250-253.

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WEBMASTER: Nilson Jones - Textos: EMVP/Eduardo Egrejas.

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