Separação do Mundo

A DivindadeA Origem do MalA CriaçãoA Bíblia SagradaA Lei de DeusO SábadoO Plano da SalvaçãoO ArrependimentoO BatismoO Lava-pésA Ceia do SenhorO SantuárioO JuízoO SelamentoAs 2300 Tardes e ManhãsA Tríplice Mensagem AngélicaO Anjo de Apoc. 18O Dom de ProfeciaO MatrimônioA Família CristãTemperança CristãAs AutoridadesA Igreja de DeusDízimos e OfertasA Volta de JesusO Estado dos MortosO MilênioA Nova Terra

Separação do mundo significa separar-se de suas idéias, teorias, hábitos, práticas, associações mundanas e tudo que seja contrário à Palavra de Deus. João 17:15 e 16; 2 Coríntios 6:14-18; Tiago 4:4; 1 João 2:15-17; Apocalipse 18:4.
“Há linha distinta desenhada pelo próprio Deus entre o mundo e a igreja, entre os guardadores dos mandamentos e seus transgressores. Eles não se misturam.”(1)
“Para proteger o povo de Deus da influência corruptora do mundo, bem como para promover a saúde física e moral, a reforma do vestuário foi introduzida entre nós. Ela não foi planejada para ser jugo de escravidão, mas bênção. Não para aumentar o trabalho, mas para poupá-lo. Não para acrescentar gasto com vestuário, mas para poupar gastos. Faria distinção entre o povo de Deus e o mundo. Dessa forma serviria de barreira contra suas modas e loucuras.”(2)

“Deus provará a fidelidade de Seu povo. Muitos dos erros cometidos pelos servos professos de Deus são conseqüência de seu amor-próprio, desejo de aprovação, sede de popularidade. Dessa maneira cegados, não compreendem que são elementos das trevas ao invés de elementos da luz. ‘Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.’ Essas são as condições sob as quais podemos ser reconhecidos como filhos de Deus — separação do mundo e renúncia ao que ilude, fascina e enlaça.”(3)

“Os seguidores de Cristo são exortados a sair do mundo e ser separados, e a não tocar nada imundo. Têm a promessa de serem filhos e filhas do Altíssimo, membros da família real. Porém, se as condições não são cumpridas de sua parte, não poderão alcançar o cumprimento da promessa.”(4)
“Logo que alguém tenha o desejo de imitar as modas do mundo, que não seja subjugado imediatamente, Deus cessa de reconhecê-lo como Seu filho. São filhos do mundo e das trevas.”(5)
“Jesus está para vir. Encontrará Ele um povo em harmonia com o mundo? Reconhecê-los-á como Seu povo, que purificou para Si? Oh, não! Ninguém senão os puros e santos há de Ele reconhecer como Seus.”(6)

Uma das condições pelas quais Deus promete nos aceitar como Seu povo, é a separação do mundo. Mateus 6:24; Tiago 4:4; 2 Pedro 1:4. Como os filhos de Israel foram solicitados a usar um cordão azul como sinal de distinção entre eles e as nações idólatras ao redor, hoje a igreja de Deus deve observar os princípios da reforma do vestuário. Números 15:37-41. Os cristãos devem se vestir modesta, salutar e ordenadamente, com bom gosto, representando assim os princípios do reino celestial.
“Por causa de sua irreverência na atitude, no traje, e comportamento, e sua falta de verdadeiro espírito de devoção, Deus muitas vezes tem afastado Seu rosto dos que se achavam reunidos para o culto.” Testemunhos Seletos, vol. 2 pág. 201.
“...Nosso compassivo Redentor — viu nossos perigos e dificuldades, e condescendeu em dar-nos advertência e instrução oportunas atinentes a nossos hábitos de vida, até mesmo na escolha apropriada da alimentação e do vestuário.”(7)
“Nossas palavras, ações, vestidos, são pregadores vivos e diários, juntando com Cristo, ou espalhando. Isso não é coisa insignificante, para ser passada por alto com gracejo. A questão do vestuário exige reflexão séria e muito orar. Muitos incrédulos sentiram que não estavam procedendo bem em se permitirem ser escravos da moda. Porém, quando vêem alguns que fazem elevada profissão de piedade vestindo-se da mesma maneira que os mundanos, fruindo a sociedade dos frívolos, entendem que não pode haver mal em tais coisas.”(8)
A Bíblia põe ênfase na modéstia e respeito-próprio, proibindo aos homens e mulheres as modas e costumes extravagantes e imodestos do mundo. Em tempos passados a moda geralmente era problema relacionado às mulheres, infelizmente, à medida que nos aproximamos do fim, nesse ponto Satanás tem destruído a simplicidade de vestir também nos homens.

Roupas apertadas, decotes profundos, uso de shorts, bermudas, mini-saias, saias com aberturas, roupas com tecidos transparentes (expondo a nudez), calçados insalubres, jóias, piercing - tendências modernas impostas pela moda mundana são nocivas à experiência cristã, e proibidas na Palavra de Deus. Gênesis 35:1-4; Isaías 3:16-24; 1 Timóteo 2:9 e 10; 1 Pedro 3:1-5.
 “Não haverá traje de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher, porque qualquer que faz isso é abominação ao Senhor teu Deus.” Deuteronômio 22:5. Além da indumentária distinta do outro sexo, a Palavra de Deus ensina que é honroso para a mulher ter o cabelo crescido e o homem o cabelo curto. 1Coríntios 11: 14-16.

“Há tendência crescente de as mulheres serem no vestuário e aparência tão semelhantes ao outro sexo quanto possível, e de confeccionarem o vestuário muito semelhante ao do homem. Porém, Deus declara que isso é abominação. ‘Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia.’ 1 Timóteo 2:9.”(9)
Desde a criação da humanidade, Deus colocou diferença entre homens e mulheres. Ele não mudou. A distinção deve ser mantida. Gênesis 1:27.
“Deus determinou que houvesse distinção plena entre o vestuário do homem e da mulher. Considera essa questão de importância suficiente para dar orientação explícita a esse respeito, pois o mesmo vestuário usado por ambos os sexos causaria confusão e grande aumento da criminalidade. Se o apóstolo Paulo estivesse vivo, e contemplasse mulheres professando piedade com esse estilo de vestuário, pronunciaria uma reprovação. ‘Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.’ 1 Timóteo 2:9 e 10. A massa de cristãos professos despreza completamente os ensinos dos apóstolos. Usam ouro, pérolas e ornamentos custosos.”(10)
Os seguidores de Cristo não podem ser desordenados e desleixados no vestir.
 “As palavras, o vestuário, as ações, devem testemunhar de Deus. Então uma influência santa se espalhará sobre todos que lhes estão ao redor, e até os descrentes tomarão conhecimento de que eles têm estado com Jesus.”(14)
“Não deve haver negligência na questão do vestuário. Por amor a Cristo, de quem somos testemunhas, devemos buscar fazer o melhor da nossa aparência.”(15)

“Devemos educar os jovens na simplicidade do vestuário, na singeleza e no asseio. Sejam os adornos extras deixados fora, mesmo que o custo seja apenas uma ninharia.” TM, pág. 180.

“O apóstolo exorta as mulheres cristãs a manterem vida pura e serem modestas no traje e no comportamento. ‘O enfeite delas", aconselhou, "não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro; na compostura de vestidos; mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus’ A lição se aplica aos crentes em todas as eras. ‘Pelos seus frutos os conhecereis.’ Mat. 7:20. O adorno interior de um espírito manso e quieto é inestimável. Na vida do verdadeiro cristão o adorno externo está sempre em harmonia com a paz e a santidade internas. ‘Se alguém quiser vir após Mim’, disse Jesus, ‘renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me.’ Mat. 16:24. O sacrifício e a negação do eu assinalarão a vida do cristão. E a evidência de que o gosto está mudado será vista no vestuário de todo aquele que anda na vereda aberta para os

redimidos do Senhor. É justo amar o belo e desejá-lo; mas Deus deseja que primeiro amemos e busquemos a beleza do alto, que é imperecível. Nenhum adorno externo se compara em valor ou amabilidade com ‘um espírito manso e quieto’, o ‘linho fino, branco e puro’ (Apoc. 19:14), que todos os santos da Terra usarão. Essa veste os fará belos e amados aqui, e será depois sua senha para admissão ao palácio do Rei. Sua promessa é: ‘Comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.’ Apoc. 3:4.” AA, pág. 523 e 524.

A Aliança e sua origem
Por volta de 2.800 a.C., os egípcios usavam um anel para simbolizar o casamento. Para eles, um círculo, não tendo começo nem fim, simbolizava a eternidade para a qual o casamento era destinado. Dois mil anos depois, surgiu entre os gregos a crença de que um ímã também podia atrair o coração. Eles acreditavam que o dedo anular esquerdo possuía uma veia que levava diretamente ao coração. Assim, começaram a usar um anel de ferro nesse dedo para que os corações dos amantes ficassem atraídos para sempre. O costume passou aos romanos e a Igreja Católica manteve a tradição.

“Nós não precisamos usar este anel, pois não somos infiéis a nosso voto matrimonial, e o trazer a aliança não seria prova de sermos fiéis. ... Nenhum centavo deve ser gasto com esse aro de ouro para testificar que somos casados.” TM, pág. 181.

separ8

Deus fez de Seu povo luz do mundo. Como tal, devem entrar em relação social com o povo ao seu redor e levar-lhes a mensagem do evangelho. Mateus 5:13-16; João 17:15. Porém, Deus requer clara distinção entre Seu povo e o mundo. Se desejamos ser identificados com Cristo, evitaremos imitar os mundanos, pois será prejudicial à nossa experiência cristã. Não podemos nos colocar onde Cristo não pode ir conosco. Ezequiel 44:23; Amós 3:3; 2 Coríntios 6:14-17.
Cristãos professos que não compreendem esse princípio, e que amam aquilo que deveriam abominar, serão classificados com o servo mau. Mateus 24:48-51. Separação do mundo também envolve separação de sociedades secretas, festas políticas, participação em sindicatos, sociedade empresarial com descrentes e qualquer confederação com o mundo. Isaías 8:12; João 8:23; 18:36.
 “Não devemos elevar nossa norma apenas um pouco acima das normas do mundo, mas devemos procurar que a distinção seja decididamente notória. A razão por que temos tido tão pouca influência sobre parentes e amigos incrédulos é que tem havido muito pouca decidida diferença entre nossas práticas e as do mundo.” CSE, pág. 133.


Referências
1. Testimonies for the Church, vol. 5, pág. 602; 2. Conselhos Sobre Saúde, pág. 598; 3. Testimonies for the Church, vol. 5, págs. 12 e 13; 4. Idem, vol. 2, pág. 441; 5. Idem, vol. 1, pág. 137; 6. Mensagens aos Jovens, págs. 128 e 129; 7. Conselhos Sobre Saúde, págs. 598 e 599; 8. Testimonies for the Church, vol. 4, pág. 641; 9. Orientação da Criança, pág. 427; 10. Testimonies for the Church, vol. 1, pág. 460; 11. Testimonies for the Church, vol. 5, págs. 498 e 499; 12. Testemunhos Para Ministros, pág.128; 13. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 600; 14. Conselhos Sobre Saúde, pág. 598; 15. Testimonies for the Church, vol. 6, pág. 96; 16. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 328; 17. Conselhos Sobre Saúde, pág. 631; 18.
 

A DivindadeA Origem do MalA CriaçãoA Bíblia SagradaA Lei de DeusO SábadoO Plano da SalvaçãoO ArrependimentoO BatismoO Lava-pésA Ceia do SenhorO SantuárioO JuízoO SelamentoAs 2300 Tardes e ManhãsA Tríplice Mensagem AngélicaO Anjo de Apoc. 18O Dom de ProfeciaO MatrimônioA Família CristãTemperança CristãAs AutoridadesA Igreja de DeusDízimos e OfertasA Volta de JesusO Estado dos MortosO MilênioA Nova Terra
[Início] [Quem Somos] [Departamentos] [Associações] [Biblioteca] [Diversos]