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“E me farão um santuário para que Eu habite no meio deles” (Êxodo 25:8)
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Deus ordenou a Moisés, que construísse um santuário para ser o local de Sua habitação entre os Israelitas. O Santuário foi cons-truído conforme o modelo celestial.Todas as instruções foram dadas a Moisés na construção do Tabernáculo. A manifestação visí-vel da presença de Deus com o Seu povo no santuário, e o serviço ali realizado era um tipo do ministério celestial. Ex 25:8, 40; Hebreus 8:1,2,5.
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O Pátio e a cobertura do Santuário Êxodo 27:9-18; Êxodo 26:1-14
O pátio delimitava a separação do ambiente sagrado do comum. Começando pelo lado de fora, o Santuário possuía um pátio ao redor e era feito de cortinas suspensas tendo as bases de madeira e de cobre. Quem olhasse pelo lado de fora via uma cobertura que não era bonita, as peles de Teixugo, representando Cristo sem formosura para aqueles que não crêem nEle e não O aceitam como seu Salvador. Por baixo dessa cobertura havia uma outra, de peles de carneiro, pintadas de vermelho, representando o sangue de Cristo para a remissão dos pecados.
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Logo em seguida vinha outra cobertura, de brancas peles de cabra. Representavam as brancas vestes da Justiça de Cristo, pura, oferecida ao pecador que devia ter confiança e fé na Sua intercessão. Por último, havia uma cobertura lindíssima de linho fino bordado com figuras de anjos em tintas de azul e púrpura, representando a realeza celestial, a habitação do Altíssimo e o lugar para onde Jesus vai nos conduzir depois de vencida a batalha neste mundo.
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Mobiliário do Pátio e sua simbologia Êxodo 40:6-7; Êxodo 38:8; 4; Êxodo 30:19-21
No pátio, encontrava-se o altar de bronze e a pia de cobre. No altar o sacerdote oferecia o sacrifício a Deus. O sacrifício consistia na morte de animais perfeitos, que apontavam para o perfeito sacrifício de Cristo pelo pecador. O altar de holocausto simbolizava o Calvário. Assim como o altar ficava do lado de fora do santuário, Jesus deveria morrer do lado de fora de Jerusalém.
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Entre a entrada do santuário e o altar ficava a pia de cobre, onde os sacerdotes lavavam as suas mãos e pés antes de entrarem no santuário. A pia de cobre simbolizava a purificação dos pecados, e o batismo pela imersão nas águas. João 3:5.
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Lugar Santo Êxodo 26:33 Entre o lugar Santo e o lugar Santíssimo havia uma linda cortina, dividindo os dois compartimentos. No lugar Santo o sacerdote entrava todos os dias, mas no lugar Santíssimo apenas o Sumo Sacerdote uma vez no ano.
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Mobiliário do Santo e sua simbologia
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Êxodo 25:23,30; Êxodo 25: 31,37; Êxodo 30: 1-3 No lugar Santo, chamado também de primeiro compartimento, se encontra o castiçal de ouro, o altar de incenso e a mesa da proposição.
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Do lado direito após a entrada, ficava a mesa dos pães da proposição que tinha doze pães, simbolizavam as doze tribos de Israel. Todo sábado os pães eram trocados pelo sacerdote, isso ensinava a todos que o homem é dependente de Deus todos os dias, tanto para o alimento temporal como para o alimento espiritual por meio de Jesus. O pão representa Cristo o “Pão da Vida”.(João 6:48)
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O castiçal de ouro puro possuía sete lâmpadas. Deviam estar continuamente acesas. Para isso era usado óleo de oliva puro que servia de combustível para a luz. Elas simbolizavam Jesus a “Luz do mundo”. (João 8:12; João 12:46) O óleo era uma representação do Espírito Santo O qual ilumina a mente daqueles que buscam compreender a Palavra de Deus. Bem em frente à cortina que dividia o lugar santo do santíssimo, ficava o altar de incenso. Ali o incenso ou o perfume suave, era queimado todas as manhãs e todas as tardes na hora do culto. Simbolizava a consagração diária do povo a Deus. O altar lembra também que Jesus está sempre diante de Deus, intercedendo por Seus filhos como Ajudador e Advogado.
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Lugar Santíssimo Hebreus 9:3; Êxodo 25:10,11,16; 25:17-21
No lugar Santíssimo, a presença de Deus habitava permanentemente. Esse lugar era tão santo que somente o sumo sacerdote podia entrar ali, uma vez por ano.
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Mobiliário do Santíssimo e sua simbologia Nesse lugar encontrava-se a arca da aliança, feita de madeira de acácia e era toda coberta de ouro puro. Dentro dela, tinha os dez mandamentos, o vaso contendo o maná e a vara de Arão que floresceu. A lei de Deus (duas tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus) contendo os dez mandamentos é a representação da aliança de Deus com Seu povo. O local onde se encontrava a arca da aliança era um lugar santo, muito santo, por isso
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ele se chamava santíssimo. A cobertura da arca é chamada de propiciatório. Ela era feita de ouro maciço e tinha dois anjos de ouro, um de frente para o outro, com suas faces voltadas reverentemente para dentro da arca. Cada anjo tendo uma asa levantada e outra cobrindo corpo, que significava o respeito e a reverência, e representavam os querubins cobridores que estão diante de Deus. Acima do propiciatório estava uma nuvem da presença de Deus chamada “Shekinah”. No dia que o Sumo Sacerdote entrava no lugar Santíssimo, toda a nação devia estar humildemente se consagrando a Deus, pedindo perdão dos seus pecados. Ele oferecia primeiramente um cordeiro pelos seus pecados e depois eram trazidos dois bodes para ser lançada a sorte. O bode sorteado era morto e o seu sangue era oferecido para a expiação dos pecados. O outro bode (emissário) era conduzido por um homem ao deserto, para ali morrer solitário. Representava Satanás, o autor do pecado, bem como sua destruição no juízo de Deus.( Apocalipse 20:1-3) “Como no cerimonial típico o sumo sacerdote despia suas vestes pontificais e oficiava vestido de linho branco dos sacerdotes comuns, assim Cristo abandonou Suas vestes reais e Se vestiu de humanidade, oferecendo-Se em sacrifício, sendo Ele mesmo o sacerdote, Ele mesmo a vítima. Como o sumo sacerdote depois de realizar essa cerimônia no santo dos santos, deixava este lugar e se apresentava ante a expectante multidão, em suas roupas pontificais, assim Cristo virá a segunda vez, trajando os mais alvos vestidos, ‘como nenhum lavadeiro sobre a Terra os poderia branquear’. Mar. 9:3. Ele virá na Sua própria glória, e na glória de Seu Pai, e toda a hoste angélica O escoltará em Seu caminho.” AA, pág. 33
Nenhuma parte do Santuário, bem como o seu ritual, foram feitos conforme o planejamento humano. Tudo foi feito de acordo com o modelo divino. O tabernáculo havia de ser em todos os seus pormenores um exemplo, ou figura, da obra expiatória de Cristo e Sua mediação no Santuário Celestial. ”. Hb 8:1-5; 9:19-28.
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