O Matrimônio

A DivindadeA Origem do MalA CriaçãoA Bíblia SagradaA Lei de DeusO SábadoO Plano da SalvaçãoO ArrependimentoO BatismoO Lava-pésA Ceia do SenhorO SantuárioO JuízoO SelamentoAs 2300 Tardes e ManhãsA Tríplice Mensagem AngélicaO Anjo de Apoc. 18O Dom de ProfeciaA Família CristãA Temperança CristãSeparação do MundoAs AutoridadesA Igreja de DeusDízimos e OfertasA Volta de JesusO Estado dos MortosO MilênioA Nova Terra

Deus viu que permanecer só não era bom para o homem. Gênesis 2:18. Portanto, estabeleceu a instituição do casamento e enunciou a lei do matrimônio para todos os filhos de Adão até o fim do tempo.
O próprio Deus deu a Adão uma esposa como companheira. “Ordenou que homens e mulheres se unissem em santo matrimônio, para constituir famílias cujos membros, coroados de honra, fossem reconhecidos como membros da família celestial.”(1) De acordo com o plano de Deus, no relacionamento matrimonial todo homem deve considerar a esposa como sua segunda pessoa, “osso dos seus ossos e carne da sua carne”. Gênesis 2:18, 23 e 24; Marcos 10:6-8; Efésios 5:28 e 29; Colossenses 3:19.
Apesar de degradada pelo pecado, essa instituição divina deve ser restaurada a sua condição original entre o povo de Deus antes da segunda vinda de Jesus. Atos 3:20 e 21; Marcos 10:5-9.

Vitalício e Monogâmico
Tem sido propósito de Deus desde o início que o voto do casamento ligasse mutuamente ambas a partes por vínculos vitalícios, indissolúveis. Mateus 19:6; Marcos 10:11 e 12; Lucas 16:18. Portanto, o divórcio não está em harmonia com a vontade de Deus. Malaquias 2:14-16. Em caso de separação, ambos devem permanecer sozinhos até a morte de um dos cônjuges, ou que se reconciliem. Romanos 7:1-3; 1 Coríntios 7:10-15, 39. (Mateus 5:32 e 19:9 são explicados em outras publicações.)

“Uma mulher pode estar legalmente divorciada do marido pelas leis do país, mas não divorciada à vista de Deus e de acordo com a lei mais alta... Embora as leis do país possam permitir o divórcio, à luz da Bíblia continuam como marido e esposa, segundo as leis de Deus.” Manuscrito 2, 1863 (Carta 4a, 1863).

matri4
  • Preserva a pureza moral de homens e mulheres e assegura a felicidade da humanidade. Hebreus 13:4; 1 Coríntios 7:2-9; Salmo 128:1-6; Provérbios 5:18; 31:10-31.
  • Supre as necessidades sociais das pessoas. Gênesis 2:18.
  • Eleva a natureza física, intelectual e moral dos seres humanos. Provérbios 18:22; 19:14; 1 Pedro 3:1 e 7.
  • Assegura a sobrevivência e multiplicação da raça humana de maneira moral e salutar. Gênesis 1:27 e 28.

Cristãos devem unir-se em matrimônio unicamente com os da mesma fé. Casamento com descrente (não-membro) é pecado sério e separação de Cristo. Êxodo 34:12 e 16; Deuteronômio 7:3 e 4; Neemias 13:23-27; 2 Coríntios 6:14.
“Como filha de Deus, súdita do reino de Cristo, aquisição de Seu sangue, como pode ligar-se a um que não reconhece Suas reivindicações, que não é controlado por Seu Espírito? As ordens que citei não são palavras de homens, mas de Deus. Mesmo que o companheiro de sua escolha fosse em todos os outros aspectos digno (o que, porém, ele não é), no entanto ele não aceitou a verdade para este tempo. É descrente. Você é proibida pelo Céu de unir-se a ele. Sem perigo para sua alma, não pode desrespeitar essa ordem divina.”(2)
“Na mente juvenil, o casamento se acha revestido de romance. É difícil despojá-lo desse aspecto com que a imaginação o envolve, e impressionar o espírito com o senso das pesadas responsabilidades compreendidas nos votos matrimoniais. Esses votos ligam os destinos de duas pessoas com laços que coisa nenhuma senão a mão da morte deve desatar.”(3)
Apesar de, contrariamente ao propósito original de Deus, a poligamia haver sido tolerada nos tempos do Antigo Testamento, unicamente casamentos monogâmicos são aceitos sob a Dispensação Cristã. 1 Coríntios 7:2; Efésios 5:23 e 33; Mateus 19:4-6; Malaquias 2:15.
“A poligamia foi praticada em época primitiva. Foi um dos pecados que acarretaram a ira de Deus sobre o mundo antediluviano.”(4)
O relacionamento matrimonial representa a união que existe entre Cristo e Sua igreja. Isaías 54:4 e 5; Jeremias 3:14; Efésios 5:24-28; Oséias 2:19 e 20.
“Deus celebrou o primeiro casamento. Assim, essa instituição tem como originador o Criador do Universo. ‘Venerado... seja o matrimônio’ (Hebreus 13:4). Essa foi uma das primeiras dádivas de Deus ao homem. É uma das duas instituições que, depois da queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso. Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nessa relação, o casamento é uma bênção. Preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral.”(5)
“O vínculo de família é o mais íntimo, o mais terno e sagrado de todos na Terra. Foi designado a ser bênção à humanidade. E assim o é sempre que se entre para o pacto matrimonial inteligentemente, no temor de Deus, e tomando em devida consideração as responsabilidades.”(6)
“A graça de Cristo, e ela somente, pode tornar essa instituição o que Deus designou que fosse: um meio para a bênção e reerguimento da humanidade. E assim as famílias da Terra, em sua união, paz e amor, podem representar a família do Céu. Hoje, como nos dias de Cristo, a condição da sociedade apresenta triste quadro do ideal celeste dessa sagrada relação. No entanto, mesmo para os que depararam com amargura e desengano quando haviam esperado companheirismo e alegria, o evangelho de Cristo oferece um consolo. A paciência e a gentileza que Seu Espírito pode comunicar, suavizará a condição de amargura. O coração em que Cristo habitar, estará tão repleto, tão satisfeito com Seu amor, que se não consumirá no desejo de atrair simpatia e atenção para si próprio. E pela entrega da alma a Deus, Sua sabedoria pode realizar o que a sabedoria humana deixa de fazer. Por meio da revelação de Sua graça, os corações que uma vez estiveram indiferentes ou desafeiçoados podem ser unidos em laços mais firmes e mais duradouros que os da Terra - os áureos laços do amor que suportará o calor da provação.” MDC, pág. 66.

“Antes de assumirem as responsabilidades que o casamento envolve, os jovens devem ter na vida prática experiência que os prepare para os deveres e encargos do mesmo. Casamentos precoces não convêm. Relação tão importante como seja a do casamento, e tão vasta no alcance dos resultados, não deve ser assumida precipitadamente, sem preparo suficiente, e antes de as faculdades mentais e físicas se acharem bem desenvolvidas.

“Podem as partes não ter abastança, mas devem ter a bênção, muito maior, da saúde. Na maioria dos casos não convém grande diferença de idade. Da não observância dessa regra poderá resultar sério prejuízo para a saúde da pessoa mais jovem. Muitas vezes os filhos são privados de força física e mental. Não podem receber de um idoso pai ou mãe o cuidado e a camaradagem que requer sua vida nova. Poderão ser pela morte privados do pai ou da mãe, exatamente quando mais precisavam de seu amor e guia.

“Só em Cristo é que se pode com segurança entrar para a aliança matrimonial. O amor humano deve fazer derivar do amor divino os seus laços mais íntimos. Só onde Cristo reina é que pode haver afeição profunda, verdadeira e altruísta.”(7)

“Embora possam surgir dificuldades, perplexidades e desânimo, nem o marido nem a esposa abrigue o pensamento de que sua união é um erro ou decepção. Resolva cada qual ser para o outro tudo que é possível. Continuai as primeiras atenções. De todos os modos, anime um o outro nas lutas da vida. Procure cada um promover a felicidade do outro. Haja amor mútuo, mútua paciência. Então, em vez de ser o fim do amor, o casamento será como que seu princípio. O calor da verdadeira amizade, o amor que liga coração a coração, é antegozo das alegrias do Céu.”(8)

“Em virtude da prostituição, tenha cada homem sua própria mulher e cada mulher seu próprio marido.” 1 Coríntios 7:2.
“... O casamento é uma bênção. Preserva a pureza e felicidade do gênero humano.”(9)
“Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará.” Hebreus 13:4.
Todo cristão deve considerar cuidadosamente as diretrizes contidas na Bíblia e nos Testemunhos. 1 Coríntios 6:18; 7:1-13, 27, 28 e 39; Colossenses 3:18 e 19.
“Em torno de cada família existe um círculo sagrado que deve ser mantido inviolável. Nenhuma outra pessoa tem o direito de entrar nesse círculo. Nem o marido nem a esposa permitam que outro partilhe das confidências que somente a eles pertencem.”(10)
“Evitai a primeira aproximação ao perigo. Não se pode brincar com os interesses da alma. Vosso capital é vosso caráter. Acariciai-o, como faríeis a um tesouro áureo. A pureza moral, o respeito próprio, o forte poder de resistência, têm de ser acariciados firme e constantemente. Não deve haver um único afastamento da discrição. Um ato de familiaridade, um deslize, podem pôr em perigo a alma, abrindo a porta da tentação, e tornar-se enfraquecido o poder de resistência.”(11)
“Quão cuidadoso deve ser o esposo e pai a fim de manter a lealdade a seu voto matrimonial! ... Aqui está onde muitos se fazem delinqüentes. As imaginações do coração não são de natureza pura e santa como Deus requer. ... Aos homens casados sou instruída a dizer: É a vossa esposa, à mãe de vossos filhos, que deveis vosso respeito e afeição.”(12)
“Se [nossas irmãs] ocuparem essa posição [de humildade, modéstia, reserva], não serão objeto de atenção indevida de cavalheiros dentro ou fora da igreja. Todos sentirão que há um círculo sagrado de pureza em torno dessas mulheres tementes a Deus...”(13)
“Muitos pais não obtêm o conhecimento que deviam na vida conjugal. Não se guardam para que Satanás não se aproveite deles, controlando-lhes mente e vida. Não vêem que Deus requer que eles controlem a vida conjugal, evitando qualquer excesso. Porém, bem poucos sentem ser dever religioso reger as próprias paixões. Uniram-se em matrimônio ao objeto de escolha. Daí raciocinam que o casamento santifica a condescendência com paixões inferiores. Mesmo homens e mulheres que professam piedade dão rédea solta a paixões de concupiscência, e nem pensam que Deus os considera responsáveis pelo dispêndio da energia vital que lhes enfraquece o poder na vida e enerva-lhes todo o organismo.”(14)
“Os que professam ser cristãos... devem considerar devidamente o resultado de cada privilégio da associação matrimonial. Princípio santificado deve ser a base de toda ação. Em inúmeros casos os pais... têm abusado de seus privilégios matrimoniais. Pela condescendência têm fortalecido suas paixões animais. É o levar ao excesso o que é lícito, o que torna o pecado grave.”(15)
“Aceitando Cristo como Salvador pessoal, a pessoa é trazida para a mesma relação próxima a Deus, e desfruta Seu favor especial assim como o faz com Seu próprio Filho amado. É honrada, glorificada e intimamente associada com Deus, sendo sua vida escondida com Cristo em Deus. Oh, que amor, que amor prodigioso! Este é meu ensino de pureza moral.”(16)
“A graça de Cristo, e ela somente, pode tornar essa instituição [o casamento] o que Deus designou que fosse: um meio para a bênção e reerguimento da humanidade. Assim as famílias da Terra, em sua união, paz e amor, podem representar a família do Céu.”(17)


Referências
1. A Ciência do Bom Viver, pág. 356; 2. Cartas a Jovens Namorados, pág. 87; 3. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 576; 4. Patriarcas e Profetas, pág. 338; 5. Idem, pág. 46; 6. A Ciência do Bom Viver, págs. 356 e 357; 7. A Ciência do Bom Viver, pág. 358; 8. Idem, pág. 360; 9. Patriarcas e Profetas, pág. 46; 10. A Ciência do Bom Viver, pág. 361; 11. O Lar Adventista, pág. 404; 12. Idem, págs. 336 e 337; 13. Idem, pág. 334; 14. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 267; 15. O Lar Adventista, pág. 122; 16. Exaltai-O!, pág. 297; 17. O Maior Discurso de Cristo, pág. 65.
 

A DivindadeA Origem do MalA CriaçãoA Bíblia SagradaA Lei de DeusO SábadoO Plano da SalvaçãoO ArrependimentoO BatismoO Lava-pésA Ceia do SenhorO SantuárioO JuízoO SelamentoAs 2300 Tardes e ManhãsA Tríplice Mensagem AngélicaO Anjo de Apoc. 18O Dom de ProfeciaA Família CristãA Temperança CristãSeparação do MundoAs AutoridadesA Igreja de DeusDízimos e OfertasA Volta de JesusO Estado dos MortosO MilênioA Nova Terra
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