O Juízo

A DivindadeA Origem do MalA CriaçãoA Bíblia SagradaA Lei de DeusO SábadoO Plano da SalvaçãoO ArrependimentoO BatismoO Lava-pésA Ceia do SenhorO SantuárioO Selamento2300 Tardes e ManhãsA Tríplice Mensagem AngélicaO Anjo de Ap. 18O Dom de ProfeciaO MatrimônioA Família CristãA Temperança CristãSeparação do MundoAs AutoridadesA Igreja de DeusDízimos e OfertasA Volta de JesusO Estado dos MortosO MilênioA Nova Terra

O homem é responsável por todos os atos que pratica diante de Deus e da sociedade onde vive, e terá que dar contas do seu procedimento. Todos: ricos e pobres, grandes e pequenos, sábios e ignorantes, crentes e incrédulos, terão que comparecer ante o tribunal divino, para que cada um receba segundo as suas obras.

“... Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo.” Romanos 14:10. 
“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal.” 2 Coríntios 5:10. 
“Porquanto determinou [um dia] em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que para isso ordenou.” Atos 17: 31pp
“Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo propósito e para toda obra.” Eclesiastes 3: 17.

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“E, como aos homens está [ordenado] morrerem uma só vez, vindo depois o juízo.” Hebreus 9: 27.

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À luz da revelação divina, as principais fases do juízo são:
 
a) 1ª - Juízo Investigativo
Essa fase está relacionada somente com aqueles que tiveram o conhecimento da verdade, e acontece antes do segundo advento de Cristo.
1 Pedro 4:17 “Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?”
“No cerimonial típico, somente os que tinham vindo perante Deus com confissão e arrependimento, e cujos pecados, por meio do sangue da oferta para o pecado, eram transferidos para o santuário, é que tinham parte na cerimônia do dia da expiação. Assim, no grande dia da expiação final e do juízo investigativo, os únicos casos a serem considerados são os do povo professo de Deus. O julgamento dos ímpios constitui obra distinta e separada, e ocorre em ocasião posterior.” Cristo em Seu Santuário, pág. 110

b)2ª - Juízo Judicativo
Essa fase do juízo inicia-se logo após o segundo advento de Cristo e estende-se por mil anos. È o julgamento de Satanás, dos anjos caídos e de todos aqueles que não foram salvos na vinda de Cristo. É a reivindicação do caráter de Deus perante o universo.
“Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois, porventura, indignos de julgar as coisas mínimas?
 Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?”1Co 6:2,3
“E vi descer do céu um anjo que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo. E vi tronos; e assentaram-se sobre eles aqueles a quem foi dado o poder de julgar. E vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.” Apocalipse 20:1-4

c) 3ª - Juízo Executivo
Essa é a última fase do juízo divino. Ela ocorre depois do milênio, ocasião em que Satanás será destruído juntamente com todos os anjos caídos e os ímpios. No fogo destruidor o pecado será consumido e a Terra purificada.
Malaquias 4:1

“Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram, mas lançou-os no inferno, e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o [juízo].” 2Pedro 2: 4
“E subiram sobre a largura da terra e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; mas desceu fogo do céu e os devorou.E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.” Apocalipse 20:9-10.

“E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” Apocalipse 20: 13-15.

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Uma vez que o juízo investigativo ocorre antes do segundo advento de Cristo e depois desse acontecimento não haverá mais oportuinidade de salvação, é necessário compreender melhor os pormenores desse Juízo.

Daniel 7:9,10,13,14.
“Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; a sua veste era branca como a neve, e o cabelo da sua cabeça, como a limpa lã; o seu trono, chamas de fogo, e as rodas dele, fogo ardente.Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e milhões de milhões estavam diante dele; assentou-se o juízo, e abriram-se os livros. Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino, o único que não será destruído.”

Apocalipse 14:6-7

“E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” 

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a.Juiz: Deus – Hebreus 12:23
“Assim foi apresentado à visão do profeta o grande e solene dia em que o caráter e vida dos homens passariam em revista perante o Juiz de toda a Terra, e cada homem seria recompensado "segundo as suas obras". O Ancião de Dias é Deus, o Pai. Diz o salmista: "Antes que os montes nascessem, ou que Tu formasses a Terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, Tu és Deus." Sal. 90:2. É Ele, fonte de todo ser e de toda lei, que deve presidir ao juízo.”

b.Código: A Lei de Deus - Romanos 2:12
“A lei de Deus é a norma pela qual o caráter e vida dos homens serão aferidos no juízo. Diz o sábio: ‘Teme a Deus, e guarda os Seus mandamentos; porque este é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra.’ Ecl. 12:13 e 14. O apóstolo Tiago admoesta a Seus irmãos: ‘Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.’ Tiago. 2:12.” Cristo em Seu Santuário, pág. 112.

c.Testemunhas: Anjos – Daniel 7:10
“... santos anjos, como ministros e testemunhas, em número de "milhares de milhares, e milhões de milhões", assistem a esse grande tribunal.” GC, pág. 479

d.Livros de registros: 

Livro da Vida: Ap 20:12; Lucas 10:20;
“Quando nos tornamos filhos de Deus, nosso nome é inscrito no livro de vida do Cordeiro, e ali permanece até ao tempo do juízo investigativo. Então se fará chamada do nome de cada indivíduo e será examinado o seu registro. ... Se naquele dia se verificar que não houve arrependimento completo de todas as nossas más ações, nosso nome será apagado do livro da vida, e nossos pecados permanecerão contra nós.” SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 987.

Livro Memorial das Boas Obras: Ml 3:16; Ne 13:14
"Há um memorial escrito diante de Deus, no qual estão registradas as boas ações dos que ‘temem ao Senhor, e para os que se lembram do Seu nome.’ Mal. 3:16. Suas palavras de fé, seus atos de amor, acham-se registrados no Céu... No livro memorial de Deus toda ação de justiça se acha imortalizada. Ali, toda tentação resistida, todo mal vencido, toda palavra de terna compaixão que se proferir, acham-se fielmente historiados. E todo ato de sacrifício, todo sofrimento e tristeza, suportado por amor de Cristo, encontra-se registrado. Diz o salmista: "Tu contaste as minhas vagueações; põe as minhas lágrimas no Teu odre; não estão elas no Teu livro?" Sal. 56:8.” GC, pág. 481

Livro Memorial do Pecado: Is 65:6,7; Mt 12:36-37; Jr 17:13
“Há também um relatório dos pecados dos homens. ‘Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom quer seja mau.’ ‘De toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo.’ Disse o Salvador: ‘Por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.’ Ecl. 12:14; Mat. 12:36 e 37. Os propósitos e intuitos secretos aparecem no infalível registro; pois Deus ‘trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações’. I Cor. 4:5. "Eis que está escrito diante de Mim: ... as vossas iniqüidades, e juntamente as iniqüidades de vossos pais, diz o Senhor." Isa. 65:6 e 7.
A obra de cada homem passa em revista perante Deus, e é registrada pela sua fidelidade ou infidelidade. Ao lado de cada nome, nos livros do Céu, estão escritos, com terrível exatidão, toda palavra inconveniente, todo ato egoísta, todo dever não cumprido e todo pecado secreto, juntamente com toda hipocrisia dissimulada. Advertências ou admoestações enviadas pelo Céu, e que foram negligenciadas, momentos desperdiçados, oportunidades não aproveitadas.” GC, pág. 482

Livro da Morte:
O Livro da Morte Contém os nomes de todos os ímpios, suas ações e sua sentença:
O Livro da Morte não será examinado durante o período da graça, mais precisamente durante o milênio, quando os remidos julgarão os ímpios.
“Em união com Cristo julgam os ímpios, comparando seus atos com o código - a Escritura Sagrada, e decidindo cada caso segundo as ações praticadas no corpo. Então é determinada a parte que os ímpios devem sofrer, segundo suas obras; e registrada em frente ao seu nome, no livro da morte.” O Grande Conflito, pág. 661.

e.Advogado: Cristo – I Jo 2:1,2
 “Ao abrirem-se os livros de registro no juízo, é passada em revista perante Deus a vida de todos os que creram em Jesus. Começando pelos que primeiro viveram na Terra, nosso Advogado apresenta os casos de cada geração sucessiva, finalizando com os vivos. Todo nome é mencionado, cada caso minuciosamente investigado.” GC, pág. 483

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f.Promotor (Acusador): Satanás – Ap 12:10
“No Apocalipse é ele [Satanás] declarado ser o ‘acusador de nossos irmãos’, ‘o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite’. Apoc. 12:10.” 59MM, pág.324
“Cristo é nosso Sumo Sacerdote. Satanás está diante dEle dia e noite como acusador dos irmãos. Com suas faculdades magistrais, apresenta todo traço desprezível de caráter como razão suficiente para que seja retirado o poder protetor de Cristo, podendo ele assim desanimar e destruir aqueles que fez pecar.” 65MM, pág. 108

g.Réu: O professo povo de Deus - 2Co 5:10
“Ao abrirem-se os livros de registro no juízo, é passada em revista perante Deus a vida de todos os que creram em Jesus... Todo nome é mencionado, cada caso minuciosamente investigado. Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes.” GC, pág. 483.

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a)Cerimonial Típico
Levítico 16:1-23; 23:26-32
“Uma vez ao ano, no grande dia da expiação, o sacerdote entrava no lugar santíssimo para a purificação do santuário. O cerimonial ali efetuado completava o ciclo anual do ministério.” PP, pág. 355.
“Importantes verdades concernentes à obra expiatória eram ensinadas ao povo por meio deste serviço anual. Nas ofertas para o pecado apresentadas durante o ano, havia sido aceito um substituto em lugar do pecador; mas o sangue da vítima não fizera completa expiação pelo pecado. Apenas provera o meio pelo qual este fora transferido para o santuário. Pela oferta do sangue, o pecador reconhecia a autoridade da lei, confessava a culpa de sua transgressão, e exprimia sua fé nAquele que tiraria o pecado do mundo; mas não estava inteiramente livre da condenação da lei. No dia da expiação, o sumo sacerdote, havendo tomado uma oferta para a congregação, ia ao lugar santíssimo com o sangue e o aspergia sobre o propiciatório, em cima das tábuas da lei. Assim se satisfaziam os reclamos da lei, que exigia a vida do pecador. Então, em seu caráter de mediador, o sacerdote tomava sobre si os pecados e, saindo do santuário, levava consigo o fardo das culpas de Israel. À porta do tabernáculo colocava as mãos sobre a cabeça do bode emissário e confessava sobre ele "todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, segundo todos os seus pecados", pondo-as sobre a cabeça do bode. E, assim como o bode que levava esses pecados era enviado dali; tais pecados, juntamente com o bode, eram considerados separados do povo para sempre. Este era o cerimonial efetuado como ‘exemplar e sombra das coisas celestiais’. Heb. 8:5.” PP, pág. 356,357

b)O Antítipo
Hebreus 9:23,24
“Assim como Cristo, por ocasião de Sua ascensão, compareceu à presença de Deus, a fim de pleitear com Seu sangue em favor dos crentes arrependidos, assim o sacerdote, no ministério diário, aspergia o sangue do sacrifício no lugar santo em favor do pecador.” PP, pág. 358.

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“O sangue de Cristo, ao mesmo tempo que livraria da condenação da lei o pecador arrependido, não cancelaria o pecado; este ficaria registrado no santuário até à expiação final; assim, no cerimonial típico, o sangue da oferta pelo pecado removia do penitente o pecado, mas este permanecia no santuário até ao dia da expiação.
No grande dia da paga final, os mortos devem ser "julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras". Apoc. 20:12.

Então, pela virtude do sangue expiatório de Cristo, os pecados de todo o verdadeiro arrependido serão eliminados dos livros do Céu. Assim o santuário estará livre ou purificado, do registro de pecado. No tipo, esta grande obra de expiação, ou cancelamento de pecados, era representada pelas cerimônias do dia da expiação, a saber, pela purificação do santuário terrestre, a qual se realizava pela remoção dos pecados com que ele ficara contaminado, remoção efetuada pela virtude do sangue da oferta para o pecado. Assim como na expiação final os pecados dos verdadeiros arrependidos serão apagados dos registros do Céu, para não mais serem lembrados nem virem à mente, assim no serviço típico eram levados ao deserto, para sempre separados da congregação.” PP, pág. 358, 359.

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Baseado na grande profecia de Daniel 8:14, o Juízo investigativo iniciou-se em 1844 e estende-se até o fim do tempo da graça.

“No tempo indicado para o juízo - o final dos 2.300 dias, em 1844 - iniciou-se a obra de investigação e apagamento dos pecados. Todos os que já professaram o nome de Cristo serão submetidos àquele exame minucioso. Tanto os vivos como os mortos devem ser julgados ‘pelas coisas escritas nos livros, segundo as suas obras’. Apoc. 20:12.” GC, pág. 486
“Em 1844 nosso grande Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo do santuário celeste, para iniciar a obra do juízo investigativo. Os casos dos justos mortos têm estado a passar em revista diante de Deus. Quando esta obra se completar, o juízo deve ser pronunciado sobre os vivos. Quão preciosos, quão importantes são estes solenes momentos! Cada um de nós tem um caso impendente no tribunal celeste.” Mensagens Escolhidas, vol. 1 pág. 125.
“A obra do juízo investigativo e extinção dos pecados deve efetuar-se antes do segundo advento do Senhor. Visto que os mortos são julgados pelas coisas escritas nos livros, é impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado.”Cristo em Seu Santuário pág. 114.

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1. O juízo é uma satisfação que Deus dá ao universo inteiro de sua imutável e perfeita justiça quanto ao seu modo de tratar o pecado e pecadores. E assim fica patente quem pelos méritos da justiça de Cristo, é considerado digno da vida eterna e quem estará eternamente perdido.
“No dia do juízo final, toda alma perdida compreenderá a natureza de sua rejeição da verdade. A cruz será apresentada, e sua real significação será vista por todo espírito que foi cegado pela transgressão. Ante a visão do Calvário com sua misteriosa Vítima, achar-se-ão condenados os pecadores. Toda falsa desculpa será banida. A apostasia humana aparecerá em seu odioso caráter. Os homens verão o que foi sua escolha. Toda questão de verdade e de erro, na longa controvérsia, terá, então, sido esclarecida. No juízo do Universo, Deus ficará isento de culpa pela existência ou continuação do mal. Será demonstrado que os decretos divinos não são cúmplices do pecado. Não havia defeito no governo de Deus, nenhum motivo de desafeto. Quando os pensamentos de todos os corações forem revelados, tanto os leais como os rebeldes se unirão em declarar: ‘Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem Te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o Teu nome? ... Porque os Teus juízos são manifestos.’ Apocalípse15:3 e 4.” DTN, pág. 58.

2. Comprovar perante os habitantes dos mundos não caídos que Satanás é o verdadeiro instigador e responsável pelos pecados dos santos.

3. Muitos dos que foram perdoados e justificados por Cristo caíram posteriormente em pecado dos quais não mais se arrependeram; e assim seus nomes, no juízo investigativo, foram riscados do livro da vida tornando-se perdidos para sempre.
“Se naquele dia parecer que todas as nossas ímpias obras não tenham sido inteiramente abandonadas, nossos nomes serão apagados do livro da vida, e nossos pecados permanecerão contra nós” Signs of the Times, o6/08/1885

4. O apagamento dos pecados dos santos que deram entrada no santuário celestial. (Hebreus 9:23)

5. Determinar o galardão dos vencedores. Apocalipse 22:12 
“Embora não tenhamos mérito em nós mesmos, na grande bondade e amor de Deus somos recompensados como se os méritos fossem nossos. Quando temos feito todo o bem que era possível fazer, somos, ainda, servos inúteis, pois fizemos apenas o que era nosso dever. O que temos realizado tem sido unicamente pela graça de Cristo, e nenhuma recompensa nos é devida da parte de Deus na base de nossos méritos. Mas, pelo mérito de nosso Salvador, cada promessa que Deus faz será cumprida, e cada homem será recompensado segundo as obras. A preciosa recompensa do futuro será proporcional à obra de fé e trabalho de amor na presente vida. ‘O que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará.’ II Coríntios. 9:6. Devemos ser sobremodo gratos que agora, neste tempo de graça, mediante a infinita misericórdia de Deus, seja-nos permitido semear a semente para nossa colheita futura. Devemos considerar cuidadosamente sobre qual será a colheita. Se a coroa de nosso eterno regozijo irá ser brilhante ou apagada, depende de nosso próprio caminho.” Beneficência Social, págs. 316, 317.
“Que ninguém diga que vossas obras nada têm que ver com vossa categoria e posição diante de Deus. No juízo, a sentença pronunciada será de acordo com o que tenha sido feito ou deixado de fazer (Mat. 25:34-40).” 1ME, pág. 381.

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Joel 2:15-17; Atos 3:19
“Vivemos hoje no grande dia da expiação. No cerimonial típico, enquanto o sumo sacerdote fazia expiação por Israel, exigia-se de todos que afligissem a alma pelo arrependimento do pecado e pela humilhação, perante o Senhor, para que não acontecesse serem extirpados dentre o povo. De igual modo, todos quantos desejem seja seu nome conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel. O espírito leviano e frívolo, alimentado por tantos cristãos professos, deve ser deixado. Há uma luta intensa diante de todos os que desejam subjugar as más tendências que lutam pelo predomínio. A obra de preparação é uma obra individual. Não somos salvos em grupos. A pureza e devoção de um, não suprirá a falta dessas qualidades em outro. Embora todas as nações devam passar em juízo perante Deus, examinará Ele o caso de cada indivíduo, com um escrutínio tão íntimo e penetrante como se não houvesse outro ser na Terra. Cada um deve ser provado, e achado sem mancha ou ruga, ou coisa semelhante.” Exaltai-O, pág. 331.

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“Muitos a quem Deus capacitou para fazer trabalho excelente pouco conseguem, porque pouco empreendem. Milhares passam esta vida como se não tivessem alvo definido pelo qual viver, nem norma para alcançar. Os tais receberão recompensa proporcional às suas obras.” Mensagens aos Jovens, pág. 99.
“Todo pecado, toda ação injusta, toda transgressão da lei de Deus influi com mil vezes mais força sobre o praticante do que sobre a vítima. Toda vez que se abusa ou se faz mau uso de uma das gloriosas faculdades com que Deus enriqueceu o homem, essa faculdade perde para sempre uma parte de seu vigor e nunca mais será como era antes de sofrer o abuso. Todo abuso infligido a nossa natureza moral nesta vida é sentido não só no tempo presente, mas, também, na eternidade. Embora Deus perdoe ao pecador, a eternidade não ressarcirá a perda voluntária experimentada nesta vida “Ingressar na próxima vida futura destituídos de metade do poder que poderia ser levado para lá é um terrível pensamento. Os dias de graça perdidos aqui por não adquirir uma habilitação para o Céu constituem uma perda que jamais será recuperada. As capacidades de fruição serão menores na vida futura por causa dos maus-tratos e do abuso das faculdades morais nesta vida. Por mais alto que cheguemos na vida futura, poderíamos elevar-nos cada vez mais se houvéssemos aproveitado ao máximo os privilégios e as áureas oportunidades que nos foram conferidos por Deus para desenvolvermos nossas faculdades no tempo presente, nesta existência probatória.” Este Dia com Deus, pág. 348.

Conclusão

O pecador para ser perdoado e declarado justo pelo Grande Juiz, precisa ser previamente julgado. Nenhum homem deve temer o juízo investigativo uma vez que ele seja justificado pela fé, absolvido da condenação do pecado pelos méritos de Cristo e santificado por Sua justiça comunicada.
O pecador não precisa temer o juízo se ele estiver trajando a justiça de Cristo e vivendo em obediência à Lei de Deus.

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“Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.” Romanos 8:1
 

A DivindadeA Origem do MalA CriaçãoA Bíblia SagradaA Lei de DeusO SábadoO Plano da SalvaçãoO ArrependimentoO BatismoO Lava-pésA Ceia do SenhorO SantuárioO Selamento2300 Tardes e ManhãsA Tríplice Mensagem AngélicaO Anjo de Ap. 18O Dom de ProfeciaO MatrimônioA Família CristãA Temperança CristãSeparação do MundoAs AutoridadesA Igreja de DeusDízimos e OfertasA Volta de JesusO Estado dos MortosO MilênioA Nova Terra
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