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Como e Quando os
Cristãos Aceitaram a Observância do Domingo
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Se o prezado leitor gosta de pensar em assuntos importantes, já pensou
alguma vez nisto? - Por que a cristandade em geral, com poucas exceções, guarda o
domingo, o primeiro dia da semana, se a Bíblia, que católicos e protestantes reconhecem
como sendo a Palavra de Deus, manda guardar o sábado?
Se V. Sa. abrir sua Bíblia no livro de Êxodo, capítulo 20,
encontrará ali a Lei de Deus, a Lei dos Dez Mandamentos, que o próprio Criador escreveu
em duas tábuas de pedra, e da qual o Senhor Jesus Cristo disse o seguinte:
"Mais fácil é passarem o Céu e a Terra do que abolir-se um só
pontinho da lei." S. Lucas 16:17.
"Quem, pois, abolir algum desses mandamentos, por menor que seja,
e ensinar assim a gente, passará pelo ínfimo no reino do Céu. Aquele, porém, que os
guardar e ensinar será considerado grande no reino do Céu." S. Mateus 5:19.
E os apóstolos escreveram:
"Não serão justos perante Deus os que (apenas) ouvem a lei, mas,
sim, os que cumprem a lei, esses é que serão declarados justos." Romanos 2:13.
Comparar com 1 Pedro 4:18.
"Instruído pela lei, sabes o que é bom e o que é mau...e
desrespeitas a Deus pela transgressão da lei?" Romanos 2:18, 23.
"Quem observa toda a lei, mas falta em um ponto, é réu do
todo." S. Tiago 2:10.
"Quem peca, transgride a lei. O pecado consiste na transgressão
da lei." 1 S. João 3:4.
Pois bem. O quarto mandamento dessa lei reza:
"Lembra-te de santificar o dia de sábado. Trabalharás durante
seis dias, e farás [neles] todas as tuas obras. O sétimo dia, porém, é o sábado do
Senhor teu Deus; não farás nele obra alguma, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o
teu servo, nem tua serva, nem o teu gado, nem o peregrino que está dentro das tuas
portas. Porque o 5enhor fez em seis dias o céu e a Terra, e o mar, e tudo o que neles
há, e descansou ao sétimo dia; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o
santificou." Êxodo 20:8-11.
O mandamento de Deus é bem claro. Manda guardar o sábado. Como e
quando surgiu, pois, a observância do domingo?
Nos dias apostólicos os cristãos não santificavam o domingo.
Devemos, portanto, procurar a mudança numa época posterior.
Não se pode dizer exatamente quando foi iniciado o novo costume de guardar o domingo e
quando cessou o velho costume de guardar o sábado. Mas sabe-se que, como toda a heresia,
a observância do primeiro dia da semana foi introduzida lentamente. Era, a princípio,
uma apostasia local, em Alexandria. Ali a igreja foi contaminada pelo gnosticismo, uma
doutrina que surgiu em virtude de fusão de diversas religiões que ali mantinham uma
escola filosófica, cujos alunos se encontravam para discutir seus conceitos. Os
gnósticos usavam um método alegórico de interpretação das Escrituras, adoravam
imagens, adotavam a filosofia grega, adoravam o Sol, e guardavam o primeiro dia da semana,
o dia do Sol, como dia especialmente santo. Escreveu grande autoridade neste assunto:
"Sua preeminência (do Sol) contribuiu para o reconhecimento geral do domingo como
dia santificado" - Francisco Cumont, Astrology and Religion Among the Greeks and
Romans, pág. 163. E disse mais: "Cada dia da semana, num lugar fixo, na cripta,
invocava-se o Planeta a quem o dia era consagrado, e o domingo, sobre o qual presidia o
sol, era especialmente santo." - Francisco Cumont, The Mysteries of Mithra, pág.
167.
Uma carta que o imperador Adriano dirigiu ao seu cunhado Serviano, no
segundo século da nossa era, nos dá a conhecer a apostasia que então já reinava entre
os cristãos em Alexandria. Transcrevemos a seguir um trecho dessa carta:
"O Egito que me elogiaste entusiasticamente, meu prezado Serviano,
encontrei completamente frívolo, instável e saturado de toda espécie de rumores. Lá os
que adoram Serapis são cristãos e os que se dizem bispos de Cristo, são devotos de
Serapis. Seu único deus é o dinheiro. A esse, cristãos, judeus e gentios adoram de
igual modo." - Carlos Bigg, The origins of Christianity, pág. 118.
Essa carta nos dá uma idéia da apostasia que, por influência do
gnosticismo, reinava entre os cristãos no Egito já no século segundo. E até os que se
diziam "bispos de Cristo" eram "devotos de Serapis", que se poderia
esperar dos leigos da igreja nesse lugar? Barnabé, Justino Mártir, Clemente e Orígenes,
homens de Alexandria, deixam transparecer claramente nas epístolas cuja autoria lhes é
atribuída, sua contaminação com o gnosticismo. Alegorizam as Escrituras, espiritualizam
o sábado, pondo-se à sua observância literal, e insistem na guarda do primeiro dia da
semana.
No capítulo quinze da Epístola de Barnabé, lemos: "...'Quando
Seu Filho vier (outra vez) destruirá o templo do iníquo, julgará os ímpios e mudará o
Sol, a Lua e as estrelas; então descansará Ele, verdadeiramente no sétimo dia... isto
é, um começo de um outro mundo.' Por isso também no oitavo dia, nós descansamos
jubilosamente, porque é também o dia em que Jesus ressuscitou dos mortos e no qual Se
manifestou e ascendeu aos céus."
Como se vê, o autor da epístola, quem quer que tenha sido, alegoria
tanto o sábado como o oitavo dia, dando-nos a primeira informação histórica da
observância do primeiro dia da semana na igreja cristã. Aqui já temos o cumprimento da
predição do apóstolo Paulo em Atos 20:29-31 e 2 Timóteo 2:5-9.
O segundo homem a corroborar a observância do primeiro dia da semana,
tanto quanto sabemos pelas informações históricas, é Justino Mártir. Escreveu:
"E no dia chamado dia do Sol, todos os que vivem nas cidades ou nos campos,
reúnem-se num mesmo lugar e lêem os atos dos apóstolos ou os escritos dos
profetas..." Justino Mártir, First Apology, cap. 6.
Surge, depois, Clemente de Alexandria (197 A. D.), a dar-nos
informações sobre a apostasia que se desenrolava no Egito. Lemos: "Ele, cumprindo o
preceito, conforme o evangelho, guarda o dia do Senhor, quando abandona uma disposição
má e assume aquela do gnóstico, glorificando em si a ressurreição do Senhor." -
Livro 7, cap. 12. Clemente "é o primeiro a trazer toda a cultura grega e todas as
especulações das heresias cristãs para corroborar a exposição da verdade" -
Enciclopédia Britânica, 14ª ed., artigo "Clemente de Alexandria". Ele não
só cria que não fosse pecado adorar os corpos celestes, mas mesmo ensinava que tinha
sido ordenado para este fim. Nada admira, pois, que fosse favorável à guarda do dia do
Sol.
Orígenes, que viveu em Alexandria perto do fim do século segundo,
também nos fala da observância do domingo entre os cristãos. Confessa, porém, que seus
pontos de vista e os dos seus dois já mencionados antecessores, não prevaleciam na
igreja em geral. Escreveu: "Admitamos, pois, que há, entre nós, alguns que negam
que nosso Deus seja o mesmo dos judeus... Admitamos também que há uma terceira classe
que considera a alguns 'carnais' e a outros 'espirituais'... Admitamos, mais, que há os
que se consideram gnósticos... E, admitamos, ainda, que há os que aceitam a Jesus e que,
por isso, se jactam de serem cristãos, e, ainda, regulam sua vida com a multidão
judaica, de acordo com a lei judaica." - Orígenes, "Against Celsus", livro
5, pág. 61.
Tertuliano, notável escritor cristão que vivia no Norte da África, e
que era contemporâneo de Orígenes, se bem que fosse favorável à guarda do primeiro dia
da semana, nos informa que o sábado era observado pelos cristãos. Ele se opunha ao fato
de os cristãos orarem de joelhos nas reuniões de cultos aos sábados.
(The Ante
Nicene Fathers, vol. 3 pág. 689).
Mas a apostasia da igreja no Egito estendia suas raízes. Na escola que
se estabelecera em Alexandria formavam-se pastores, bispos e anciãos, que eram enviados
para outras partes onde exerciam sua influência apóstata. Assim, em fins do século
segundo ou princípios do século terceiro, a apostasia começava a ter acesso também às
igrejas noutros lugares, principalmente a igreja de Roma. Aqui e acolá já se guardavam
ambos os dias. A propósito, encontramos nas "Constituições Apostólicas",
escritas entre fins do século terceiro e princípio do século quarto, o seguinte
"Tem, ante teus olhos, o temor de Deus e sempre conserva em mente os dez mandamentos
divinos... Observarás o sábado em memória e louvor dAquele que cessou Seu trabalho da
Criação." - Livro 2, cap. 36. "Guarda o sábado e a festividade do dia do
Senhor, porque o primeiro é a memória da criação, e o último, da
ressurreição." - Livro 7, cap. 23. "Que os escravos trabalhem cinco dias; mas
no sábado e no dia do Senhor, que estejam livres para irem à igreja em busca de
instrução e piedade." - Livro 8, cap. 33. João Cássio, em fins do século 2.° ou
princípios do século 3.° escreveu: "Pelo que, exceto as horas canônicas e
noturnas, não há reuniões públicas diurnas, entre eles, a não ser aos sábados e
domingos, quando às nove horas se congregam para a comunhão". - Institutes, tomo
II, cap. 18.
Em alguns lugares guardava-se o primeiro dia da semana; noutros, ambos
os dias. Mas, em todas as apostasias, Deus sempre reservou para Si um remanescente fiel.
Assim foi também quando o domingo ia sepultando lentamente o sábado, o verdadeiro dia do
Senhor. Os fiéis permaneciam firmes na sua observância. Disse sobre isto Sozomem,
historiador do século quinto: "Há muitas cidades e vilas no Egito, onde, contrário
ao uso estabelecido alhures, o povo se reúne às tardes de sábado, e, se bem que já
tenham jantado, tomam parte nos mistérios (a ceia do Senhor)." - Eclesiastical
History, tomo VII, cap. 19. E Sócrates, o historiador que viveu no começo do século
quinto, escreveu: "Conquanto quase todas as igrejas do mundo celebrassem os
sacramentos (a Ceia do Senhor) aos sábados, cada semana, os cristãos de Alexandria e de
Roma, por causa de alguma tradição, deixaram de fazer isto." - Eclesiastical
History, tomo V, cap. 2, em Nicene and Post-Nicene Fathers, 2.a série, vol. 2, pág. 132.
A seguir, citamos o testemunho de alguns historiadores autorizados,
insuspeitos e imparciais:
O Dr. Coleman, em seu livro: "Ancient Christianity", cap. 14,
parág. 2, assim se expressa:
"Após a destruição do templo e a cessação do culto que nele
se realizava, o sétimo dia foi, durante muito tempo, rigorosamente observado ao lado do
primeiro dia da semana. A observância do sábado judaico perdurou na igreja cristã até
o quinto século de nossa era, porém, com rigor e solenidade decrescentes, até,
finalmente, cessar por completo."
O Dr. Heylyn, em seu livro "History of the Sabbath", part. 2,
cap. 3, sec. 12, (London 1687), escreveu o seguinte:
"Assim, consideramos agora sobre que fundamento está baseado
domingo: Primeiramente sobre o costume de realizarem-se no mesmo reuniões religiosas ou
cultos divinos; costume este reconhecido pela autoridade da Igreja de Deus, que em
silêncio o aprovara, sendo o domingo finalmente confirmado e instituído por reis e
governadores cristãos, através dos seus países. Como dia de repouso dos trabalhos e dos
negócios, recebeu ele o seu maior reconhecimento por parte das mais altas personalidades
da magistratura e do governo, enquanto estas estavam no poder, como mais tarde, pelas
ordenanças e decretos dos concílios, e dos papas e prelados, sempre quando estes estavam
plenamente autorizados pela igreja a tratar destes assuntos e negócios. Creio que o mesmo
não se deu com o sábado primitivo, que de forma alguma é originado de qualquer uso ou
costume, nem ambicionava aquele povo dedicar ao Senhor um dia, nem tão pouco necessitava
Ele de algum reconhecimento ou autorização da parte dos reis de Israel para o confirmar
e instituir. O Senhor deu a Sua palavra, dizendo que queria um certo dia dos sete, ou
seja, o sétimo dia da criação do mundo como dia de descanso para todo o Seu povo...
Quanto ao domingo, não existe ordenança para a santificação deste dia; antes, pelo
contrário, ficou ao critério do povo de Deus aproveitar este ou qualquer outro dia para
os usos religiosos. Mas apesar de ter sido introduzido entre eles e tornado em dia certo
de ajuntamento para exercícios religiosos em assembléias, durante os trezentos anos não
houve lei alguma que a isto os obrigasse ou exigisse repouso ou suspensão das ocupações
mundanas neste dia."
Visto como no século quarto havia muitos cristãos fiéis que não
guardavam o primeiro dia da semana, e sim o sábado, o imperador Constantino, em 7 de
março de 32I A. D., promulgou o seguinte edito:
"Ordena-se a todos os juízes, moradores de cidades e operários,
que repousem no venerável dia do Sol. Aos que residem no campo, porém, permita-se o
entregarem-se livremente aos misteres de sua lavoura, porque é muito freqüente não
haver dia mais apropriado para se proceder à semeadura de cereais e ao plantio de vinhas;
não seja o caso que, deixando passar a ocasião própria, eles se privem dos benefícios
outorgados pela providência divina."
O decreto de Constantino, que foi a primeira lei dominical jamais
promulgada, não demonstra que o domingo tivesse caráter cristão ou que fosse uma
instituição da igreja. Sobre esse decreto, o Dr. Schaff, em sua obra intitulada
"História da Igreja Antiga", III período, página 464, diz: "Ele...
ordenou a celebração cívica do domingo, porém não como 'dies dominis' (dia do
Senhor), mas sim como 'dies solis', (dia do Sol), o que se podia unir com seu culto a
Apolo....
Esta lei não foi decretada em respeito a qualquer instituição
cristã, porque não havia ainda, da parte da igreja, cânon algum que mandasse guardar o
primeiro dia da semana e, por isso, não pode a referida lei ser considerada como
intentando a mudança do sábado. Tal mudança foi realizada pela igreja.
Em virtude de os cristãos fiéis perseverarem na observância do
sábado, o Concílio de Laodicéia, quarenta e três anos depois da proclamação do edito
de Constantino, publicou um decreto nos seguintes termos: "Os cristãos não devem
judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; porém, ao domingo honrar de
maneira especial, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam
então excomungados (amaldiçoados) por Cristo." - Hefele, History of the Councils of
the Church", vol. 2, livro 6, sec. 93, cânon 29.
Prynne, em sua "História dos Concílios", vol. I, parág.
39, cânon 16, assim se refere a esse caso: "O sábado do sétimo dia foi observado
por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de
Laodicéia, a certos respeitos, como que aboliu a sua observância. O Concílio de
Laodicéia resolveu em primeiro lugar impor a observância do dia de domingo, e, em
seguida, proibiu sob anátema a observância do sábado".
Esta foi a primeira lei eclesiástica para a guarda do domingo - um
verdadeiro golpe aplicado diretamente contra o sábado do Senhor, o dia de descanso do
Criador dos céus e da Terra. Aí é que teve início a ação do poder eclesiástico com
o intuito de mudar definitivamente o sábado para o domingo.
As igrejas orientais não estavam tão prontas a aceitar esta lei,
segundo se pode inferir dos documentos históricos. Neste sentido, queremos apenas citar
uma repreensão dirigida por Gregório, bispo de Nisa, em 372, a alguns que, no sábado,
haviam provocado distúrbios na igreja: "Como atentareis para o domingo vós que
profanais o sábado? Não sabeis que esses dias são irmãos? Quem a um despreza a outro
desrespeita." - Gregor Opera, tomo II, pág. 312. Esta citação indica que, não
obstante o decreto do concílio de Laodicéia, as igrejas do oriente ainda o guardavam.
A mudança, como se vê, não foi feita abruptamente. Décadas mais
tarde, essa apostasia começou a alastrar-se por outras partes e em diversos lugares já
se guardavam ambos os dias. A pouco e pouco o domingo começou a introduzir-se também
entre os cristãos em Roma, e a própria sede da igreja, já afetada, ia em silêncio,
tolerando essa apostasia; mais tarde já a defendia, até que finalmente, em 364 A.D., a
sancionou por um decreto. Quem, portanto, mudou o sábado para o domingo foi a igreja
católica.
Com efeito, a igreja não só confessa haver cometido o ato que lhe é
incriminado pelas Escrituras, declarando, demais, havê-lo perpetrado conscientemente, por
sua própria autoridade; independentemente das Escrituras e contra os ensinos de Cristo e
da lei, como também faz desse atentado contra a lei de Deus um troféu da glória e uma
prova de seu poder, arvorando assim o domingo em sinal de sua autoridade, como provam
também os seguintes documentos:
Eusébio, bispo de Cesaréia e contemporâneo de Constantino o Grande,
declara:
"Tudo o que era de obrigação no dia de sábado, nós a
transferimos para o domingo, que é propriamente (o dia) mais nosso, como mais elevado que
é em categoria e mais digno de honra de que o sábado judaico." (Antuérpia 1695, L.
III, cap. 33, pág. 413).
Notais bem quem é que fez isto? - "Nós"! Não havia, como
também francamente se admite, nenhuma autoridade para tal ato conferida por Cristo, pelos
apóstolos ou pelas Escrituras.
Eis o que uma autoridade católica, o Cônego Hugo Bressane de Araújo,
diz sobre a mudança do quarto mandamento de sábado para domingo:
"Pergunta: Que dia da semana a Bíblia manda santificar?
"Resposta: O sábado. Eis as passagens da Bíblia. Êxodo 20:8-11;
31:14, 15; Deuteronômio 5:12-14.
"Pergunta: Mas a Bíblia manda observar o domingo em vez do
sábado?
"Resposta: Não.
"Pergunta: Quem mudou o dia do Senhor de sábado para domingo?
"Resposta: A Igreja Católica.
"Pergunta: Mas os protestantes observam o descanso no domingo.
"Resposta: Então neste ponto seguem a tradição católica"
- Perguntas e Respostas, págs. 22, 23.
A observância do sábado, aliás, nunca cessou por completo, pois,
apesar da apostasia que vinha invadindo a igreja, por influência do paganismo, Deus teve
um remanescente fiel através da tenebrosa Idade Média de supremacia papal, remanescente
esse que, em meio às densas trevas que prevaleciam, manteve acesa a tocha da verdade.
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