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O ADVENTISMO E A REFORMA PROFETIZADA |
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Este Site tem o propósito de lhe oferecer um melhor conhecimento da história de nossa igreja desde os seus primórdios e também a responder satisfatoriamente às freqüentes perguntas que nos fazem, tais como: Onde, quando, como e por que a Igreja Adventista do Sétimo Dia, Movimento de Reforma, veio à existência. É possível que o leitor já tenha lido ou ouvido falar algo sobre — ou, o que é mais provável, algo contra — o Movimento de Reforma. Pode-se dizer hoje acerca deste movimento aquilo que foi dito nos dias dos apóstolos a respeito do cristianismo: "Quanto a esta seita, notório nos é que em toda parte é impugnada." Atos 28:22. Mas isso não basta. Ninguém pode ter verdadeiro conhecimento dos fatos a menos que escute ambos os lados da questão. Quanto pode alguém hoje saber acerca de Ellen G. White e dos pioneiros do Movimento Adventista ou mesmo do adventismo do sétimo dia em geral, caso dê ouvidos apenas aos dominguistas preconceituosos? Quanto pode um católico saber sobre Lutero e a Reforma Protestante, se tiver escutado apenas os sacerdotes romanistas? E quanto pode um piedoso judeu saber sobre Cristo e o cristianismo se der ouvidos apenas a Anás e Caifás? Somente quando ouvimos ambos os lados e pesamos todas as evidências, é que podemos ter um quadro equilibrado. A existência do Movimento de Reforma não pode ser claramente compreendida a menos que o assunto seja estudado de três pontos de vista: profecia, doutrina e história. 1. Profecia — Diz porventura a profecia (a) que a denominação Adventista do Sétimo Dia continuaria como igreja vitoriosa até o fim? e (b) que não há lugar para um fiel remanescente adventista separado da organização oficial? Se a resposta é sim, então não devemos perder nosso tempo neste Movimento de Reforma. Mas se a resposta é não (5T 210 e 211), então devemos examinar o quadro profético a fim de achar nele o Movimento de Reforma. Para maiores informações sobre este ponto, recomendamos ao leitor nosso livreto A Igreja e o Remanescente. 2. Doutrina — Longe de pretendermos haver recebido nova luz, cremos que é nosso sagrado dever defender os ensinos e princípios revelados à irmã Ellen G. White e aos pioneiros do Movimento Adventista. É exatamente por causa disso que temos tido graves desinteligências com a liderança da denominação ASD nos seguintes pontos: concessões ao Estado (principalmente em países sob restrição); serviço militar (principalmente em tempo de guerra); descuido na observância do Sábado; associação em concílios ecumênicos e outros passos nessa direção; união com o mundo (métodos mundanos na maneira de administrar as instituições, participação na política, filiação a sindicatos, excessiva tolerância para com as modas mundanas etc.); atitude controversa para com o Espírito de Profecia (cremos que os escritos de E. G. White são inspirados); divórcio e novo casamento mesmo para a parte culpada; negligência na reforma da saúde (que correção aplica a igreja aos que desconsideram os princípios da reforma da saúde?); falta de disciplina corretiva na igreja (até que ponto deve a igreja tolerar pecadores declarados como membros?); novos pontos doutrinários (alguns dos quais entram em choque com o adventismo histórico e causam acirradas disputas nas fileiras dos ASD atualmente); etc. Teremos máximo prazer em fornecer publicações sobre os referidos temas. 3. História — Não se pode negar que a apresentação da mensagem da justiça de Cristo em 1888 marcou o início de um movimento reformatório entre o povo adventista. Cremos sinceramente que este Movimento de Reforma surgiu como resultado daquele pequeno começo. Todo o conteúdo cedido pela editora missionária "A VERDADE PRESENTE", com textos do livro de mesmo nome, discutiremos aqui a origem, as primeiras experiências e o desenvolvimento do profetizado movimento reformatório. |
Capítulo
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Página desenvolvida por Nilson Jones. Colaboração EMVP/Eduardo Egrejas. NOV/99. Autor: ALFONS BALBACH |